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Eventos Sustentáveis: melhores práticas para o mercado

Eventos Sustentáveis: melhores práticas para o mercado de eventos
Sustentabilidade é um tema importante para todos, inclusive para o mercado de eventos

Sustentabilidade é um conceito muito amplo, pois está relacionado diretamente com todas as práticas de desenvolvimento econômico e material que respeitam o meio ambiente. É o uso de recursos naturais de forma inteligente, para que continuem a dar frutos – literalmente. O tema está cada vez mais presente nas discussões, das salas de aula até encontros internacionais.

Em setembro de 2015, chefes de Estado, Governo e altos representantes mundiais se reuniram na sede das Nações Unidas, em Nova York, onde decidiram sobre os novos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável à nível global. Após três dias de encontro, os líderes apresentaram a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, plano de ação com o objetivo de erradicar a pobreza, proteger o planeta e garantir que as pessoas alcancem a paz e a prosperidade.

De acordo com informações do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), o Brasil está progredindo na implementação da Agenda 2030. Em 2017, o país avançou sobre a formulação de políticas que estimulam a adoção dos 17 objetivos nos âmbitos Federal, Estaduais e Municipais. Além disso, Governos, sociedade civil, setor privado e organismos internacionais promoveram ações integradas dentro das metas.

Sobre o tema, o Brasil conta ainda com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, sancionada em 2010, após ficar cerca de 20 anos parada no Congresso Nacional. A lei conta com instrumentos que devem permitir o avanço do país no combate aos problemas ambientais, sociais e econômicos derivados da manipulação inapropriada de resíduos sólidos.

O principal objetivo dessa política é a prevenção e redução da geração de resíduos, que podem ser feitas através de práticas de consumo sustentáveis combinadas aos instrumentos de incentivo à reciclagem e reutilização de materiais remanescentes – com valor econômico e que podem ser reaproveitados –, assim como a destinação ambientalmente correta de rejeitos que não podem ser reciclados.

Com a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, a responsabilidade foi compartilhada entre todos geradores de resíduos, incluindo desde fabricantes e distribuidores, por exemplo, até o próprio cidadão.

Mas, o que o mercado de eventos tem a ver com isso?

A sustentabilidade é um assunto presente em todos os setores. E isso não poderia ser diferente com o mercado de eventos, que conta com a norma ISO 20121, desenvolvida para auxiliar a realização de todo tipo de encontro (empresarial, desportivo ou cultural, por exemplo) dentro das melhores práticas sustentáveis. Ela foi criada para oferecer orientação e melhores práticas para o gerenciamento de eventos sustentáveis e controle de seu impacto social, econômico e ambiental – desde o consumo de água e produção de resíduos sólidos, até a taxa de emprego e seleção de fornecedores.

A norma serve como prova de que o segmento MICE (Meetings, Incentives, Conferences and Exhibitions, ou Encontros, Incentivos, Conferências e Feiras, em tradução livre) é um dos agentes de mudança para um mundo mais sustentável. A ISO 20121 foi elaborada com a contribuição de diversos representantes desse nicho, a fim de tornar os encontros práticos e úteis, apoiando os organizadores dos mais diversos eventos para a implementação da sustentabilidade em suas atividades.

As regras são aplicadas para todos os integrantes da cadeia de eventos, incluindo os responsáveis, organizadores e fornecedores. Os benefícios vão além do bem ao meio ambiente, acrescentando ainda uma transparência sobre o planejamento com base sustentável, capaz de melhorar a imagem e reputação do encontro, bem como na geração de ganhos financeiros a longo prazo, por exemplo.

Influência no mercado de eventos

O trabalho com práticas sustentáveis é essencial no mercado de eventos. Sua importância vai além de qualquer ação de dimensões econômica, social e ambiental. Os eventos sustentáveis são oportunidades das quais as organizações dispõem para demonstrar seu compromisso e responsabilidade com o meio ambiente. Além de criar momentos de troca de experiências para que as empresas possam mostrar como estão colaborando com o desenvolvimento sustentável, é uma forma de evidenciar a preocupação na busca por um mundo melhor para todas as pessoas.

A sustentabilidade tem vários papéis dentro do ambiente corporativo. Os eventos internos, por exemplo, são importantes para a comunicação de cultura da empresa aos colaboradores. Cada vez mais, as pessoas têm preocupação em participar de empresas com propósito de minimizar o impacto no meio ambiente.

Hoje em dia, trabalhar ações eco-friendly nos eventos corporativos não é apenas uma tendência, mas necessidade – para a própria sobrevivência em um mercado cada vez mais competitivo. Isso porque a aplicação desse conceito no planejamento e produção de eventos possui impactos diretos na gestão de recursos destinados aos projetos. Quando falamos de práticas sustentáveis, o lema principal é fazer mais com menos, economizando dinheiro, energia, trabalho, materiais e insumos durante toda a organização.

O Hack Town, festival de inovação e criatividade que acontece em Santa Rita do Sapucaí, em Minas Gerais, é um exemplo de evento que ocupa e se mistura com a cidade, considerando ações sustentáveis. “O festival foi concebido considerando o ciclo de vida de tudo que é gerado por ele, com um olhar além do lucro e preocupado com todo o ecossistema que mobiliza. O foco é promover desenvolvimento da criatividade, efervescência intelectual e prosperidade, interligando ao máximo a cadeia de valor a fim de que todos os envolvidos saiam ganhando. Por isso há toda uma preocupação com a experiência do público, dos palestrantes, equipe e sobretudo com o impacto na cidade”, explica Ralph Peticov, co-fundador e Experience Design do evento.

Independente do porte, a produção de resíduos é inevitável em eventos. Assim, é importante que seja realizado um estudo sobre o assunto desde seu planejamento, para que possam ser definidas ações que reduzam possíveis impactos ao ambiente.

A Reed Exhibitions Alcantara Machado, principal marca mundial do mercado de feiras de negócios, está cada vez mais voltada para a implementação de ações de sustentabilidade nos eventos que promove. A Operação Reciclar, importante ação realizada na Feiplastic, que mostra a reciclagem dos resíduos plásticos sob vários aspectos, é um exemplo. “Todos os visitantes do evento têm a oportunidade de acompanhar o processo de reciclagem dos resíduos plásticos, aprendendo como eles são separados, moídos e granulados até a sua transformação em novos produtos como, por exemplo, vasos que serão distribuídos aos visitantes na forma de kits com terra e semente”, conta Michelle Zreik, Gerente de Compras da empresa.

Uma pedra no caminho

Apesar da importância do tema, um dos principais desafios é a conscientização e aplicação da cultura no mercado de eventos. A prática demanda motivação com todos os envolvidos antes, durante e depois da realização de qualquer acontecimento social.

“O grande desafio é pensar um recurso, pensar a sustentabilidade como investimento, e não apenas como uma ação pontual como economia. Acho que esse é o grande desafio, porque a nossa taxa de conversão é baixa. Apesar de muitas pessoas solicitarem orçamento, poucas fecham. Isso porque as pessoas conseguem entender que o investimento, talvez com um músico famoso, por exemplo, possa trazer mais pessoas para o evento, do que uma grande ação de sustentabilidade. E não é verdade. Uma grande ação de sustentabilidade dá repercussão, traz pessoas ao evento”, diz André Amaral, CEO da EcoGreens, empresa que cria soluções sustentáveis que fortalecem o setor de Econegócios.

Muitas pessoas não conseguem ver a sustentabilidade como uma responsabilidade socioambiental. Além disso, o tema é um investimento que traz retorno para qualquer tipo de evento – do encontro corporativo de pequeno porte, até grandes festivais que reúnem milhares de pessoas.

Para Daniel Biondi, diretor da FAR Agência, responsável por planejar, criar e realizar ações promocionais e eventos corporativos com foco nos resultados, o principal desafio é a sustentabilidade não estar presente na pauta principal dos eventos, além da preocupação sobre o aumento nos custos. “Porém, existem iniciativas simples, como a separação de resíduos do evento, que praticamente não gera custos e representa uma boa contribuição. E também ‘escolhas sustentáveis’, como optar por realizar o evento em um local que permita aos participantes utilizarem o transporte público, o que exige apenas que a agência que estiver auxiliando no desenvolvimento do evento apresente boas opções com este perfil”, conta.

Mas a procura por eventos sustentáveis está crescendo. Há uma demanda por novos formatos e possibilidades para encontros corporativos, com iniciativas que buscam a construção de um mundo melhor. “Muitos de nossos clientes têm interesse em soluções viáveis para aplicar em seus eventos. E alguns deles fazem questão de divulgar aos participantes os esforços realizados neste sentido, para que seja ampliada a conscientização, através de exposição em totens, descrição nos materiais de divulgação, ou mesmo através da leitura de um manifesto na abertura do evento”, afirma Biondi.

Como fazer um evento sustentável?

A sustentabilidade pode ser uma importante vitrine, o palco de visibilidade nesse meio, desde práticas estabelecidas no planejamento, até temas para palestras e debates.

Para o CEO da Ecogreens, os eventos conseguem difundir o assunto para um número maior de pessoas. “A nossa missão é propagar a sustentabilidade. E percebemos que, nos eventos, conseguimos dar grande voz ao tema – seja a empresa mostrando que ela é sustentável, ou as pessoas experimentando a sustentabilidade. E em contato com novas tecnologias, conseguimos conscientizar um maior número de pessoas. Então um evento acaba sendo um ótimo e grande mercado para a nossa missão”, conta André Amaral.

Antes de começar a aplicar soluções de sustentabilidade, é preciso uma pesquisa completa, incluindo capacidade de cooperativas de recicladores e aterro sanitário, por exemplo. Essas são apenas algumas das informações importantes para a implementação de ações na área, que demanda estudo e planejamento.

“Para realizar eventos sustentáveis, é preciso levantar as principais características do evento, como sua duração, a quantidade de participantes esperada, necessidade de materiais, equipamentos ou produtos que possam ser absorvidos pelo fornecimento local, inclusive com relação à destinação dos resíduos sólidos”, explica Luanna Duarte, coordenadora do Núcleo de Projetos do Centro Sebrae de Sustentabilidade, responsável pelos inventários dos eventos do Sebrae MT.

Após a coleta de todos os dados necessários, é possível definir ações eficazes com base no inventário de emissões de GEE (Gases de Efeito Estufa). Na maioria das vezes, os impactos gerados por eventos estão relacionados com a produção e destino de resíduos sólidos, transporte de participantes e equipe, além de logística de materiais.

“Os dados levantados vão auxiliar a construção de estratégia que será adotada antes, durante e depois do evento. Por exemplo, se o evento for realizado em um local fora do centro urbano, a organização pode colocar pontos de carona solidária, usar sistema de transporte com vans, entre outros”, diz Luanna.

A aplicação de soluções para eventos sustentáveis depende também da comprovação de um custo acessível e, além disso, da produção de resultados positivos para a imagem e reputação das marcas e empresas – que melhoram os negócios e o relacionamento com seus consumidores. Para Márcio Mendes, CEO do Grupo Mega Share e Diretor de Marketing e Eventos da Abraps (Associação Brasileira de Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável), o maior desafio é saber que, mesmo sendo boas práticas, soluções sustentáveis são apenas enfeites em eventos. “Sustentabilidade é um processo e, como tal, precisa de objetivos claros, envolvimento de todos, ferramentas de mensuração e comunicação de resultados para buscar a melhoria contínua”, declara.

Mendes acredita que nenhum evento se justifica se não possuir processos sustentáveis para sua produção. Segundo ele, em um futuro próximo não existirão eventos sem responsabilidade ambiental. “E esta afirmação vale a partir de agora. O futuro dos eventos é serem sustentáveis, e isto será uma extensão do propósito que as marcas e empresas possuem com a sustentabilidade e expressarão os compromissos que possuem com o desenvolvimento sustentável”, afirma.

A Playcorp, empresa que atua nas áreas de marketing promocional e eventos há mais de 30 anos, tem em sua política a aplicação de ações em seus eventos sustentáveis. “Desde 2010, começamos a aplicar soluções relacionadas ao descarte adequado de resíduos em seus eventos de grande porte, como, por exemplo, na Torcida da Copa do Vale do Anhangabaú, que em 30 dias de evento atendeu 350 mil pessoas e gerou 61 toneladas de lixo, que foram separados adequadamente por ONGs e depois dado seu devido destino”, explica Fernando Elimelek, CEO da Playcorp.

Segundo Elimelek, as empresas podem começar com iniciativas básicas. “Medidas simples podem ser tomadas, como incluir lixeiras para os diferentes tipos de materiais, uso de copos e demais utensílios não descartáveis e descarte correto dos resíduos”, diz. A empresa, responsável pela comercialização e execução do Natal e Réveillon na Avenida Paulista, em São Paulo, investe em processos sustentáveis. “A última edição do Réveillon na Paulista teve uma ação de neutralização de carbono patrocinada e, como compensação, houve o plantio de 5 mil árvores no Parque Ecológico do Tietê”, diz.

A Famesp (Fundação para o Desenvolvimento Médico e Hospitalar) promovem seus eventos sustentáveis. De acordo com Augusto Cesar Albano, da Superintendência Técnica da instituição, práticas relevantes para com o meio ambiente agregam valor aos eventos promovidos. “A Famesp, em seus eventos, sejam eles corporativos ou simples solenidades, aplica diversas estratégias sustentáveis, tais quais, não utilização de papel, como ficha de inscrição (hoje totalmente informatizada), não distribuição de blocos de anotações (enviamos o material por e-mail), contratação de coffee break orgânico de produção local, utilização de equipamento para iluminação com Led, separação de lixo em orgânico e reciclável, como também plantio de arvores nos eventos”, afirma.

A Famesp adquire ainda ecobags fabricadas pelo Projeto Girassol, que tem como objetivo a educação e geração de renda para mulheres jovens e adultas através do aprendizado, confecção e comercialização de produtos artesanais, que utilizam sobras de diferentes materiais, como tecidos, doados pelo Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina de Botucatu.

As empresas que fornecem materiais para o mercado de eventos também levam o tema sustentabilidade a sério. Com clientes preocupados com o destino dos resíduos e materiais utilizados em feiras e congressos, por exemplo, é necessário aplicar as soluções que protejam o meio-ambiente.

“Nós temos metas de sustentabilidade em todas as partes do processo. Usamos materiais reutilizáveis para montagem, comunicação visual em bases de tecidos que são impressos por sublimação (que é um processo sustentável), nossos sistemas permitem transportes de carros pequenos que consomem menos combustível, e temos um processo de logística reversa eficiente, para a destinação correta de resíduos, além de nosso comprometimento social. Todo resíduo do nosso processo é atóxico e reciclado”, conta Marcelo Chanoft, diretor da TES Cenografia, empresa líder no Brasil em cenografia e comunicação visual com tecido tensionado impresso em grandes formatos para eventos. De acordo com o executivo, a empresa doa os tecidos para o Grupo Primavera, que retira garotas carentes das ruas e ensinam o ofício de se fazer bonecas de pano artesanais.

Hoje em dia, a maioria das empresas já têm a sustentabilidade como meta dentro de suas estratégias de negócios. Assim, os eventos corporativos organizados por essas instituições seguem a mesma preocupação ambiental.

O importante é que o tema seja inserido desde o planejamento do evento, para que possa ser implementado corretamente e gerar resultados reais. “Se conseguimos atuar desde o planejamento, podemos fazer com que o evento não gere nenhum resíduo. Tudo que é gerado pode ser reaproveitado, reutilizado, ou é destinado de forma correta”, explica Ricardo Oliani, desenvolvedor de novos negócios da Rede Resíduos, que possui mais de 10 anos de experiência na gestão de resíduos com participação e organização de fóruns e eventos na área.

Sustentabilidade também é investimento

Ações de sustentabilidade vão além dos impactos positivos que promovem para o meio ambiente. Para as empresas, o retorno não é apenas no quesito econômico. “A conta não é só financeira, sobre o quanto vou deixar de gastar em energia elétrica, por exemplo, se gerar minha energia com placa solar. A conta é o quanto vou gerar de mídia espontânea, por exemplo, quando engajar as pessoas com a minha marca”, explica o CEO da Ecogreens.

“Nós temos clientes que ganharam três prêmios internacionais com ação nossa. Então mostramos que o resultado vai além de comprovar que você se preocupa com a sustentabilidade, de conscientizar as pessoas, da economia que você vai ter, de diminuir esse impacto. É um resultado de trazer pessoas para você, de mostrar o que você está fazendo e trazer um retorno de marketing”, inclui André Amaral.

Reestruturação e preocupação ambiental com eventos sustentáveis

Administrado pelo grupo francês GL Events desde 2016, o São Paulo Expo passou por uma reestruturação que conta com medidas sustentáveis em diversas ações. “Temos um sistema de reuso e aproveitamento de água de chuva que é filtrada e bombeada para uma caixa d’água elevada, sendo utilizada nas descargas e lavatórios dos banheiros. Fazemos uso de luzes de LED, que estão distribuídas no pavilhão, estacionamento e nas novas vias de acesso. Além disso, ampliamos nossa capacidade de geração de energia, por meio da implantação de uma usina de cogeração a gás, entregamos 37.771 mudas de árvores como compensação ambiental – uma das maiores ações desse tipo já feita na cidade nos últimos anos – e realizamos a coleta das caçambas no São Paulo Expo e destinamos para um transbordo licenciado e credenciado pelos órgãos competentes, onde realizamos a segregação dos resíduos para a reciclagem, evitando a destinação para aterros e contribuindo para o meio ambiente”, conta Daniel Galante, Diretor de Operações do São Paulo Expo.

A GL Events aplicou toda sua expertise para a aplicação destas soluções sustentáveis no espaço, que é um dos responsáveis por colocar a cidade na rota dos principais eventos da América Latina – recebendo grandes feiras, exposições, congressos, eventos corporativos e sociais. “O São Paulo Expo não teve qualquer dificuldade em se alinhar com a questão da sustentabilidade, principalmente porque a multinacional segue a política ‘Think Green’, portanto um dos princípios norteadores do complexo sempre foi a promoção da sustentabilidade em todas as suas dimensões”, explica Galante.

Um horizonte mais verde com eventos sustentáveis

Em outros países, eventos sustentáveis já são uma realidade no segmento MICE. As feiras internacionais, por exemplo, já seguem um modelo de montagem diferente das realizadas no Brasil, com stands mais simples, menor investimento financeiro e padrões semelhantes entre os expositores, o que gera menor impacto socioambiental. Essa é apenas uma tendência para os eventos no futuro.

Nos próximos anos, os eventos sustentáveis tendem a crescer com a ajuda da aplicação de normas, relatórios e, principalmente, a conscientização de todos os envolvidos nesse mercado. Quanto mais empresas e eventos aplicarem ações em prol do meio ambiente, mais o conceito de sustentabilidade estará visível e poderá sensibilizar o grande público.

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