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Leva e traz: a mobilidade em eventos

Mobilidade corporativa no segmento MICE
Foto: Jean Gerber / Unsplash
Empresas encarregadas pelo transporte têm o desafio de cumprir com os horários estabelecidos e enfrentar o tráfego intenso

A logística de mobilidade é um dos pontos mais importantes de qualquer evento, porém nem sempre é um assunto prioritário tratado pelos organizadores. Palestrantes, espaço, preço e divulgação normalmente são os pontos de maior urgência das agências que atuam nesse tipo de mercado.

Nos bastidores, empresas muitas vezes pouco conhecidas realizam um dos trabalhos menos valorizados: o transporte de pessoas, cenografia, etc. Como se não bastasse a rotina corrida que o setor implica, as companhias ainda precisam lidar com um fator agravante e inimigo número um, o trânsito intenso das grandes metrópoles.

Eventos de todos os portes demandam logística e, por vezes, costumam gerar um tráfego incômodo em seus arredores prejudicando tanto os participantes quanto outras pessoas que estão apenas de passagem por ali. Uma alternativa que vem ajudando o setor a diminuir o impacto na mobilidade urbana são os transportes compartilhados. A Bondi, oferece uma tecnologia que se encaixa perfeitamente nesse contexto, a empresa conecta pessoas, organizadores de eventos a companhias que possuem serviços de transporte coletivo como vans, micro-ônibus e ônibus através de um aplicativo. Um jeito rápido, fácil e seguro com um preço até 40% menor do que o usual.

“O contratante ainda tem a vantagem de acompanhar online dados da viagem para que tenha total transparência da operação. Quando oferecemos soluções seguras e confortáveis de mobilidade urbana coletiva, com mapeamento estratégico do trânsito, de pontos de embarque e desembarque e conhecimento total da operação, fazemos nosso papel de entendermos as particularidades de grandes metrópoles, sem perder a qualidade da prestação do serviço”, explica Juliana Benedetti, CEO e co-founder do Bondi.

Juliana Benedetti, CEO e co-founder da Bondi
Juliana Benedetti, CEO e co-founder da Bondi

Mobilidade inteligente e sustentável

Nesse quesito, a tecnologia vem se mostrando a cada dia mais indispensável para os dois lados do balcão. Rogério De Nadai, diretor da Five Transportes, empresa voltada ao transporte corporativo e de eventos, ostenta uma frota própria de veículos blindados e rastreados que vão desde carros a jatos executivos. “Criamos nosso site de reservas online pelo qual nosso cliente pode consultar os valores dos serviços de forma rápida e prática, podendo a qualquer momento confirmar seu serviço. Além disso, temos uma estrutura interna com consultores altamente qualificados para dar todo o suporte na execução do serviço e tranquilizar nossos clientes que tudo correrá bem”, pontua.

Rogério De Nadai, diretor da Five Transportes
Rogério De Nadai, diretor da Five Transportes

Outra preocupação que empresas que oferecem serviços de transportes precisam relevar são os impactos ambientais de suas frotas. Independente do segmento que qualquer companhia atue nos dias de hoje, a sustentabilidade se tornou um dos pilares morais. “As empresas que atuam neste segmento contribuem para a melhora da mobilidade urbana assumindo o conceito de compartilhamento e a necessidade de usar a tecnologia para identificar os riscos e dilui-los. É nisto que acreditamos. O uso do transporte coletivo (van, micro ou ônibus) reduz o trânsito em, pelo menos, 11 carros”, afirma Benedetti.

“Como uma empresa sustentável, buscamos ajudar nosso planeta com práticas menos prejudiciais, como a utilização de biocombustível, revisões periódicas de nossos veículos, armazenamento e descarte correto de óleos e outros produtos degradantes ao meio ambiente, acreditando que assim podemos compensar os danos que os veículos causam ao meio ambiente”, diz De Nadai.

Os desafios do mercado

“Enfrentamos a cada dia mais dificuldades em achar uma fórmula para que nosso serviço não seja tão impactado com o trânsito cada vez mais intenso. Sempre buscamos montar uma logística que não corra risco de comprometer o atendimento aos nossos clientes”, explica o diretor da Five Transportes.

Restrições de vias de acesso, proibição de estacionamento de veículos nas portas de aeroportos, hotéis e centros de convenções, além de horários de pico são alguns dos desafios enfrentados por aqueles que trabalham com mobilidade diariamente corporativa. “Os órgãos governamentais deveriam entender que nosso segmento representa uma boa fatia da receita da cidade e ter maiores opções e facilidades para nós que somos fornecedores possamos executar nosso trabalho, que é fundamental para que um compromisso corporativo seja atingido e que muitos negócios sejam gerados para todos”.

“A organização e execução de um evento demanda inúmeros fatores organizacionais e de macroambiente, trânsito, malha aérea de voo, operação, mudanças repentinas. É preciso que todos os riscos estejam detalhadamente mapeados para eliminarmos todas as possíveis intercorrências”, diz a CEO do Bondi. “Acreditamos que é possível revolucionar a logística de transporte em grandes eventos e é nisto que estamos incansavelmente trabalhando”.

Smart Cities

O conceito de Cidades Inteligentes, resumidamente, se define pelo uso da tecnologia para melhorar a infraestrutura urbana e tornar os centros mais eficientes e melhores para se viver. O Connected Smart Cities, principal evento do segmento no país, faz parte de uma plataforma com foco no desenvolvimento das cidades brasileiras. O objetivo da iniciativa é promover a troca de informações entre o governo, entidades e empresas para atender as necessidades da população. “O trabalho desenvolvido pela nossa plataforma já reflete resultados positivos em cidades do país, como em São João da Boa Vista, Salvador, Florianópolis, Recife, Fortaleza, Belo Horizonte, entre outras cidades que implementaram soluções sugeridas pelo Connected Smart Cities, com o objetivo de oferecer mais qualidade de vida para a população, principal objeto da nossa iniciativa”, ressalta Paula Faria, idealizadora do Connected Smart Cities e diretora executiva da Sator.

Em sua 4ª edição, o Ranking Connected Smart Cities definiu as cidades com o maior potencial de desenvolvimento.  Onze indicadores foram avaliados e divididos em quatro resultados: Geral, Por Eixo Temático, Região e Faixa Populacional. Este ano, Curitiba foi eleita como a cidade mais inteligente do país.

Os vencedores por Eixo Temático

O primeiro lugar para Urbanismo e Mobilidade e Acessibilidade foi para São Paulo; Meio Ambiente: Santos (SP); Energia: Pirassununga (SP); Empreendedorismo e Tecnologia e Inovação: Rio de Janeiro (RJ); Saúde e Educação: Vitória (ES); Segurança para Ipojuca (PE); Governança: Curitiba (PR); e Economia para Barueri.

Fonte: Connected Smart Cities

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